Medicina Nuclear tem como foco avaliar a fisiologia e o metabolismo do corpo

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Exame de C é realizado pela Vita.imagem, única clínica de diagnóstico por imagem em Foz que trabalha com medicina nuclear; PET-CT será implantado em 2020.

Você já ouviu falar em medicina nuclear? Esta especialidade médica utiliza métodos seguros, indolores e não invasivos para realizar diagnósticos e tratamentos de doenças. São empregadas quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) como ferramenta capaz de acessar o funcionamento dos órgãos e tecidos vivos. Assim, acontece um mapeamento da radiação no corpo humano e, a partir disso, são geradas imagens que possibilitam o diagnóstico, a descoberta precoce de doenças e a avaliação de resposta a um tratamento, por exemplo.

Essas imagens obtidas podem ser de dois tipos: PET-CT e cintilografia (gamagrafia). O primeiro é uma fusão entre imagens da tradicional tomografia computadorizada e PET (sigla em inglês para tomografia de emissão de pósitron), e atua como ferramenta de diagnóstico e estadiamento de doenças (o quanto já se espalhou pelo corpo).

Já na cintilografia, a radioatividade emitida por substâncias presentes no corpo humano propaga ondas eletromagnéticas. Essas ondas sensibilizam os cristais que ficam afixados na mesa em que o paciente permanece deitado durante o exame, fazendo-os cintilar e enviando as informações ao computador.

De acordo com o médico nuclear, Cristiano Ferrari Siqueira, a precocidade no diagnóstico é a principal vantagem do método. “Ao contrário das técnicas de imagem convencionais como radiografia, tomografia computadorizada, ultrassom e ressonância magnética, o principal foco da medicina nuclear é avaliar a fisiologia e o metabolismo do corpo”, explica o médico. As cintilografias mais comuns são as de perfusão miocárdica (avalia risco de infarto miocárdico), óssea (rastreamento de tumores) e da tireoide (hipertireoidismo). Dentre os outros exames incluem-se as análises de funcionamento cerebral (demências e Parkinson), renal e pulmonar, além do diagnóstico de tumores nos principais órgãos. É importante ressaltar que há contraindicações para pacientes grávidas ou que estejam amamentando.

Ainda segundo o médico, a medicina nuclear também pode auxiliar no tratamento de tumores neuroendócrinos e de dor nas metástases ósseas. “Também é possível avaliar a resposta ao tratamento e mudar a conduta, afinal, quando o diagnóstico é precoce, aumentam-se as chances de um tratamento localizado e efetivo, o que diminui os efeitos colaterais”, conclui.

Medicina nuclear em Foz do Iguaçu

Em Foz do Iguaçu, a Vita.imagem é a única clínica de diagnóstico por imagem que trabalha com medicina nuclear. Atualmente, é realizado apenas o exame de cintilografia. Segundo o médico Cristiano Ferrari, quase todos os procedimentos de medicina nuclear estão no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), portanto, são cobertos pelos planos de saúde. O serviço de medicina nuclear da Vita.imagem também atende pacientes particulares e do SUS, aliás, a maior demanda é originária do Sistema Único de Saúde.

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