A Revista Online

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Esse é meu primeiro texto dessa oportunidade que surgiu, de ser colunista neste canal.

O que acho mais bacana é que a todo o momento surgem novos meios de comunicação, mas isso não implica na morte da velha mídia. Apenas vivemos uma transição que exige melhorias. Por exemplo, a televisão não matou o rádio. A internet não matou a televisão. Porém, a evolução da mídia fez com que a anterior se adaptasse ao novo cenário. A televisão trouxe imagem a uma comunicação que só utilizava o áudio. A internet colocou uma pitada de interação nesse negócio aí. O sujeito que antes era passivo se tornou ativo, mais do que zapear canais, o poder do clique ganhou força. Com isso, o poder do entretenimento, da informação em tempo real. O que começou com um barulhinho bem chato de linha telefônica conectando com uma lentidão incrível, acompanhado do xingamento da mãe querendo telefonar para alguém, foi ficando cada vez mais veloz e, hoje, transfere uma tonelada de dados quase que instantaneamente.

E a televisão? Virou digital. Em breve, qualquer programação que você estiver assistindo permitirá, por exemplo, comprar com um simples clique o sapato da atriz da novela das oito. Simples? Não é magia, é tecnologia! E a tecnologia vem para acabar com problemas antigos. Quer outro exemplo? O grande problema das locadoras de filme não era hora de buscar a fita (dvd ou blu-ray) você ia animado, escolhia aquilo que sobrou na prateleira, torcendo para o filme que você queria muito assistir não tivesse sido alugado. Se desse sorte, voltava para casa com ele na mão se sentindo um herói. Só que depois de assistir o filme dava uma preguiça danada de devolver né? Algumas locadoras até montaram um sistema de buscar em casa. Mas aí entra a tal evolução de verdade, o Netflix soube usar a tecnologia do streaming e trouxe a locadora para dentro da sua casa. No computador e até na tevê digital. Você não precisa mais sair de casa e nem depender da sorte para assistir o último lançamento. Basta um clique.

E o jornal? E a revista? O jornal e a revista continuam muito bem. Porém, além das versões impressas, tiveram que se adaptar a esse mundo onde a informação corre em “real time”. Não matou a versão impressa. Ainda não. Ainda existem muitas pessoas que gostam do contato da mão com o papel. Mas é só questão de tempo. Ter que passar por gráfica e ser entregue fisicamente na sua casa, além de dar um trabalho maior, gera mais custo e mais lixo. Com a internet não tem mais essa necessidade. É tudo virtual e, como já disse, instantâneo.

The Guardian

Sabe o que acho mais maneiro desse mundo online? É que você pode comentar uma notícia e ainda analisar as opiniões dos seus amigos sobre o assunto. É poder compartilhar uma matéria que achou interessante e ainda marcar aquela pessoa que tem tudo a ver com o assunto. Isso é o que as novas tecnologias tem nos permitido. Com as redes sociais ganhamos em interação, informação e voz. Você não precisa mais dar orelhadas no restaurante para saber do que as pessoas andam falando. Tá tudo ali, na sua timeline. E nada melhor do que uma revista online para poder compartilhar com você, internauta antenado, algumas reflexões de um publicitário inquieto que adora novidades, principalmente as que envolvem criatividade. Contem comigo, todas às sextas, um texto novo por aqui. Quem gostou, compartilha!

Digo_Souto

 

 

 

 

Digo Souto – Publicitário, curioso e caçador de coisas engraçadas.

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