Governo libera R$ 20 milhões para o hospital de Foz do Iguaçu

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Foto: Jonas Oliveira/ANPR

A autorização foi assinada pela governadora em exercício Cida Borghetti.

O Governo do Estado liberou mais R$ 20 milhões para o Hospital Municipal Padre Germano Lauck, de Foz do Iguaçu (Oeste). O Estado promoveu uma intervenção administrativa no hospital em dezembro de 2016 e, desde então, vem aplicando um total de R$ 63 milhões na manutenção dos serviços da instituição. Os R$ 20 milhões fazem parte deste total. A autorização para o repasse foi assinada pela governadora em exercício Cida Borghetti nesta segunda-feira (28).  Além desta, outras duas cotas já foram liberadas, uma de R$ 36 milhões (repassada nos primeiros seis meses de intervenção) e outra de R$ 7 milhões.

O Hospital Municipal estava em séria dificuldade financeira, o que comprometia o atendimento aos pacientes. Com a intervenção pelo Governo do Estado, foi instituída uma comissão administrativa para reorganizar os serviços, equilibrar as contas e dar estabilidade financeira à unidade. Esse processo termina em novembro deste ano.

“Esse valor corresponde ao que o Estado se comprometeu a repassar para o Estado e está cumprindo. Esse apoio se soma a outros investimentos, como unidades de saúde e mutirões de cirurgias, o que garante o atendimento à população de Foz”, disse o prefeito Chico Brasileiro. “A presença do Estado tem sido fundamental para a recuperação do nosso município, que é um dos principais destinos turísticos do País”, afirmou.

Foto: Jonas Oliveira/ANPR

DESPESAS E MEDICAMENTO – Os recursos liberados pelo Estado são aplicados na cobertura de despesas de custeio e serviços públicos, folha de pagamento, compra de medicamentos, insumos e materiais médico-hospitalares e fornecedores. Entre os resultados alcançados desde o início da intervenção no Hospital Municipal estão a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população e o aumento na taxa de ocupação do hospital. A medida foi adotada para consolidar o hospital como referência regional em urgência e emergência e reduzir custos, sem prejudicar o atendimento da população da fronteira.

Fonte: PMFI

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